Povo cingalês está pronto para receber a Palavra de Deus

2 07 2009

SRI LANKA - Milhares morreram no conflito e muitos outros fugiram buscando paz. Agora, centenas de milhares sobrevivem nos campos de refugiados, não muito longe dos lugares que chamavam de casa.

Depois de 26 anos de guerra no Sri Lanka, a minoria militar, os Tigres Tâmeis, abaixaram suas armas. Essa mudança abriu as portas para as Boas Novas alcançarem áreas excluídas do mundo.

“As condições no Sri Lanka estão muito ruins agora – estradas fechadas, nenhum saneamento básico e falta de recursos gerais”, afirma Doug Harstine, diretor regional da Faith Comes by Hearing (A fé vem pelo ouvir).

“As necessidades são grandes, principalmente de alimentos. Organizações de socorro como a Sociedade Bíblica estão indo até as regiões mais afetadas. As áreas dominadas pelos rebeldes, que antes estavam fechadas e bem guardadas, serão abertas logo.”

Durante esse período de reconstrução, deve-se reconstruir também a fé.

“As pessoas estão prontas para receber a mensagem de esperança que vem da Palavra de Deus”, diz Harstine. “Estamos trabalhando com a Sociedade Bíblica para distribuir Bíblias em áudio para os campos de refugiados.”

Enquanto as pessoas ouvem a Palavra de Deus, elas são discipuladas e transformadas; elas atendem à implantação de igrejas.”

“A equipe de gravação irá regravar a Bíblia em áudio Tamil com vozes nativas. A versão atual foi gravada por vozes indianas por causa da falta de acesso à região Tamil. Agora, a Palavra de Deus estará no dialeto deles, e o povo tamil terá acesso às Escrituras.”

Depois de terminar o Novo Testamento Tamil, a equipe gravará em outros idiomas do Sul da Ásia.

:: Fonte: Portas Abertas





Lei contra intolerância religiosa faz primeiras vítimas no Brasil

2 07 2009

BRASIL - Pastor e rapaz evangélico negro são presos por “intolerância” às religiões afro-brasileiras. Caso inédito de prisão atiça adeptos do candomblé e umbanda a pedir ações da ONU contra evangélicos do Brasil

Um pastor no Rio de Janeiro foi preso sob acusação de discriminação contra a umbanda e contra o candomblé. A prisão temporária foi decretada pela 20ª Vara Criminal do Rio por incitação ao crime de intolerância religiosa, com base no artigo 20, da Lei Caó — que torna o crime de discriminação religiosa inafiançável e imprescritível. Ele foi preso juntamente com um membro de sua igreja, o jovem negro Afonso Henrique Alves Lobato, de 25 anos.

A prisão foi feita por ordem da delegada Hellen Rosemberg, que mandou cercar a Igreja Geração de Jesus Cristo durante a realização de um culto. Quando o culto terminou, os dois evangélicos foram presos.

Segundo a imprensa, o Pr. Tupirani da Hora Lores, de 43 anos, e Lobato são acusados de incitar o preconceito contra as religiões afro-brasileiras e de atacar publicamente a polícia e as Forças Armadas. A prisão foi efetuada com base em vídeo que Afonso postou na internet, onde de acordo com a imprensa ele faz afirmações como “centro espírita é lugar de invocação do diabo”; “todo pai de santo é homossexual”; “a Bíblia diz que (…) a adoração por imagens e esculturas é abominação, então eu repudio aquelas imagens também”.

“Todo centro espírita é lugar de invocação do Diabo”, diz Lobato no vídeo. Além disso, ele faz comentários sobre a polícia: “Aqueles policiais militares ignorantes pensam que são autoridade, mas para a igreja não são autoridade”.

Em entrevista ao jornal EXTRA, do grupo Globo, Tupirani declarou que sabia do vídeo elaborado pelo membro de sua igreja. Mas ele não quis interferir na divulgação do vídeo. Pelo contrário, o pastor defendeu Afonso Henrique dizendo que o jovem tinha o direito de se expressar livremente. Mais tarde, segundo a imprensa, a polícia descobriu que Tupirani também havia divulgado na internet um vídeo em que ele declara que não reconhece as leis humanas, mas só a Bíblia.

“Eu não respeito satanismo; se alguns vão chamar isso de religião, é problema deles”, diz ele no vídeo.

— Esse tipo de atitude é um risco à democracia — disse o pai-de-santo Ivanir dos Santos, membro da Comissão de Combate à Intolerância Religiosa (CCIR).

O delegado Henrique Pessoa, representante da Polícia Civil na CCIR, diz que as imagens obtidas na internet foram importantes no inquérito. “Eles produziram provas contra si mesmos. Sem isso, seria muito mais difícil provar a incitação ao crime”, diz. “Foi uma vitória, porque em geral o incitador fica isento de qualquer punição”.

O delegado foi comunicado da existência do vídeo, que agora é a principal base da acusação, pela CCIR, composta também por adeptos do candomblé e da umbanda.

— A prisão dos dois acusados visa a garantir a ordem pública. Esses dois indivíduos estavam usando a internet para difundir suas idéias nefastas e incentivar a violência e a intolerância religiosa — disse o promotor Márcio José Nobre.

O pai-de-santo Caio de Omulu, que diz que “os mais atingidos pela intolerância religiosa têm sido os umbandistas e as religiões afro-brasileiras”, elogiou a atuação da CCIR e parabenizou os pais-de-santo Etiene Sales e José Carlos Godinho, que são membros atuantes da CCIR.

Precedente perigoso contra os cristãos

Esse é o primeiro caso decisivo onde uma lei contra a “intolerância religiosa” faz vítimas no Brasil. Se condenados, o pastor e o jovem negro poderão passar entre dois e cinco anos na cadeia e terão de pagar multa, ainda podendo ser condenados civilmente a indenizar pais-de-santo.

Desde a esquerdista Folha de S. Paulo até a Globo — antiga “amiga” dos evangélicos — têm noticiado a prisão inédita. De acordo com a Folha de S. Paulo, o caso ganhou tanta atenção da mídia e do governo que, aproveitando a oportunidade, “a Comissão de Combate à Intolerância Religiosa entregou ao presidente do Conselho de Direitos Humanos da ONU, Martin Uhomoibai, e à Secretaria de Promoção da Igualdade Racial relatório que diz existir uma ‘ditadura religiosa’ promovida pelos neo-pentecostais no Brasil. O documento aponta a Igreja Universal do Reino de Deus como propagadora da intolerância religiosa no país, incitando a perseguição, o desrespeito e a ‘demonização’, especialmente da umbanda e do candomblé”.

O relatório entregue à ONU acusa de “racismo” a IURD e as igrejas evangélicas brasileiras que pregam contra as práticas e crenças da umbanda e do candomblé. Uhomoibai prometeu investigar as denúncias e lembrou que o governo Lula é exemplo no mundo inteiro pelas ações de combate ao racismo e à discriminação.

Não é a primeira vez que a ONU recebe esse tipo de queixa do Brasil. Em 20 de abril de 2009, representantes do governo do Brasil estiveram presentes na conferência da ONU contra o racismo, em Genebra, na Suíça. Um dos palestrantes, o presidente do Irã Mahmoud Ahmadinejad, acusou, como sempre, Israel de “racismo”. Em protesto, várias delegações se retiraram. A delegação do Brasil não se retirou — por respeito à amizade entre Ahmadinejad e Lula —, e um de seus membros, o pai-de-santo Ivanir dos Santos, acusou oficialmente os evangélicos do Brasil de “racismo”. Ele disse na ONU:

“Um novo tipo de perseguição religiosa no Brasil, que tem como alvo os terreiros de candomblé e os praticantes de cultos africanos, em atos provocados por neo-pentecostais. O Brasil, diz ele, é o único país que mantém o culto trazido pelos escravos e essa prática tem de ser defendida”.

Pastor é assassinado por pai-de-santo incorporado: Cadê a lei contra “intolerância” religiosa?

Claro que o pai-de-santo Ivanir ficou e ainda está de boca fechada com relação ao caso do pastor assassinado por um pai-de-santo. Em 20 de dezembro de 2008, foi assassinado no Rio Grande do Sul o Pr. Francisco de Paula Cunha de Miranda, de 47 anos. O pastor, que era negro (e não pode, nem depois de sua morte, ser acusado de “racismo”), estava no 33º dia de jejum de uma campanha de oração quando o pai-de-santo Júlio César Bonato, sob possessão da entidade “cultural” exu caveira, saiu do terreiro em pleno ritual para ir até o pastor.[8]

O pai-de-santo voltou a seu ritual com sua faca ritualística ensangüentada.

O pastor, que estava bem fraco devido ao longo jejum, foi morto a golpes de faca.

Se fosse o crime de um pai-de-santo assassinado por um pastor, a mídia brasileira e o governo Lula não parariam de fazer barulho. E o pai-de-santo Ivanir dos Santos estaria gritando na ONU, usando e abusando do “exemplo” do ódio dos evangélicos à “cultura” afro-brasileira.

Entretanto, esse não foi o caso, de modo que o governo Lula e a mídia dispensam o barulho. Aliás, eles optaram pelo abafamento. Até agora o caso do pastor negro não chegou à grande imprensa brasileira. E se algum dia chegar, darão um jeito de culpar a vítima, que está morta e não pode se defender.

Enquanto isso, facadas estatais e midiáticas atacam e silenciam toda tentativa de alerta cristão contra a séria ameaça da feitiçaria.

Ameaça aos testemunhos cristãos?

Pessoalmente, desaprovo e abomino o apoio da Igreja Universal ao aborto. Mas só porque tenho essa discordância não é justo eu concordar que os pais-de-santo apoiados pelo governo Lula estão certos em lançar a acusação de “racismo” contra a IURD.

Embora eu não concorde com os métodos de libertação da IURD, é inegável o fato de que aqueles que ali vão em busca de libertação e escolhem uma mudança de vida têm o direito de se desfazer de suas imagens e outros objetos do candomblé e umbanda. Eles também têm o direito de dizer o que foi a umbanda e o candomblé para eles, de dizer que a bruxaria mata e destrói e o que Jesus fez por eles.

Minha própria mãe, que foi liberta de suas atividades e escravidão na umbanda, destruiu todos os objetos da umbanda, entendo-os biblicamente como objetos de bruxaria. Ela fez exatamente o que os primeiros cristãos faziam: “Então muitos dos que creram vinham e confessavam publicamente as coisas más que haviam feito. E muitos daqueles que praticavam feitiçaria ajuntaram os seus livros e os trouxeram para queimar diante de todos. Quando calcularam o preço dos livros queimados, o total chegou a cinqüenta mil moedas de prata.” (Atos 19:18-19 NTLH)

Normalmente, a pessoa que tem um encontro com Jesus lê a Bíblia, onde se depara com as seguintes instruções:

“Não ofereçam os seus filhos em sacrifício, queimando-os no altar. Não deixem que no meio do povo haja adivinhos ou pessoas que tiram sortes; não tolerem feiticeiros, nem quem faz despachos, nem os que invocam os espíritos dos mortos. O SENHOR Deus detesta os que praticam essas coisas nojentas e por isso mesmo está expulsando da terra esses povos, enquanto vocês vão tomando posse dela.” (Deuteronômio 18:10-12 NTLH)

Seguindo a orientação da Bíblia, a pessoa tem a liberdade de dar testemunho público de sua transformação e de se desfazer publicamente de seus objetos de bruxaria.

Embora as igrejas cristãs aceitem e sigam a condenação da Bíblia contra a bruxaria, pastores não incitam suas igrejas a matar pais-de-santo ou a invadir, sem nenhum consentimento e permissão, lugares de umbanda e candomblé para destruir objetos de invocação aos exus.

Vítimas da lei de “intolerância” religiosa usadas para abafar o caos da segurança pública no Rio?

O caso do pastor e do jovem negro ocorreu no Rio de Janeiro, onde o governador Sérgio Cabral se declarou publicamente a favor da descriminalização das drogas, aborto e homossexualismo. Seu estado é responsável por mais de 50% de todos os 50 mil assassinatos que ocorrem no Brasil a cada ano. São mais de 26 mil pessoas assassinadas por ano no Rio. Mesmo assim, Sérgio Cabral, que não enfrenta nenhum tipo de ameaça de prisão por defender a descriminalização das drogas, do aborto e do homossexualismo, não consegue prender a maioria dos criminosos que fazem milhares de vítimas todos os anos em seu estado. Mas ele consegue prender um pastor e um jovem negro.

O caso do pastor e do jovem negro deram uma vantagem importante ao governador do Rio. Com milhares de crimes ocupando a atenção e o medo da população do Rio, a repercussão das primeiras vítimas de “intolerância” religiosa ajudou os habitantes do Rio a se esquecerem, pelo menos por alguns dias, dos muitos reais assassinatos e estupros que ocorrem diariamente.

Se os supostos “crimes” de intolerância religiosa atraem tanto assim a atenção, talvez Cabral precise mandar prender mais alguns pastores para ajudar a disfarçar o caos da segurança pública no Rio. Não faltarão vítimas para prender, pois não há pastor que não creia que o candomblé e a umbanda sejam bruxaria, e não há pastor que não creia que os exus são demônios.

Não faltará muito para mais pastores serem presos, pois o Rio está avançando muito na proteção oficial às religiões afro-brasileiras. Recentemente, conforme alertou o Dr. Zenóbio Fonseca, a Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro aprovou 3 leis que transformam a Umbanda, o Candomblé e o Dia de Iemanjá como patrimônio e propriedade imaterial do Estado do Rio de Janeiro. O Dr. Fonseca explica as consequências:

— A Constituição Federal prevê no art. 216 que os bens de natureza imaterial constituem patrimônio cultural brasileiro e que os danos e ameaças a eles devem ser punidos na forma da lei, isto é, eles recebem a proteção direta do Estado. A transformação de entidades espirituais como os orixás e os caboclos em patrimônio e propriedade imaterial de início obriga o Estado do Rio de Janeiro a repassar dinheiro para divulgação e proteção dessa chamada “cultura religiosa” nas repartições públicas através das Secretarias de Cultura, Turismo, Educação, Segurança. Leia mais

:: Fonte: Júlio Severo – http://juliosevero.blogspot.com





Igreja é lacrada, pastor e membros são presos

2 07 2009

Rock Church, lacrada pelas autoridades

Rock Church, lacrada pelas autoridades

CHINA - O pastor Dou Shaowen e sua esposa Feng Lu, da Rock Church em Zhengzhou, foram condenados a um ano e meio de reeducação por trabalho por “realizar atividades religiosas ilegais”. O advogado Li Dunyong viajou para a cidade a fim de representar o pastor Dou e Feng Lu na revisão e apelação da sentença.

Enquanto o pastor Dou Shaowen continua preso no campo de trabalho, os oficiais liberaram Feng Lu na tarde do dia 25 de junho. As autoridades permitiram que Feng Lu cumpra sua sentença em casa, para poder cuidar de sua filha de 12 anos. Ela deve se reportar ao Escritório de Segurança Pública regularmente, e pode ser enviada para o campo de trabalho a qualquer hora, se “realizar atividades religiosas ilegais” novamente.

O pastor Dou Shaowen e sua esposa foram presos no dia 14 de junho, quando dezenas de oficiais invadiram o culto de domingo. Eles fotografaram e fizeram vídeos dos mais de 100 cristãos presentes e cortaram a eletricidade para forçá-los a ir embora. Os oficiais lacraram todas as dependências da igreja. Outros cinco cristãos – Li Zhemin, Wei Jianhua, Zhang Julin, Ma Jianbo e Li Cuiying – foram presos com o pastor Dou e Feng Lu. Cada um foi condenado a 15 dias de detenção administrativa e forçados a pagar multa.

:: Fonte: Portas Abertas





Ministro do Curdistão defende a liberdade religiosa em discurso

2 07 2009

IRAQUE - Nimrud Baito Youkhana, ministro do turismo no Governo Regional do Curdistão (KRG em inglês), e secretário geral do Partido Patriótico Assírio, falou sobre um progresso significante na garantia da liberdade religiosa na região do Curdistão, no Iraque.

De acordo com uma notícia publicada em seu site, durante reuniões estratégicas com membros do congresso, com a administração do presidente Obama e representantes de ONGs importantes, o ministro Youkhana demonstrou como, desde a queda de Saddam Hussein, grupos extremistas têm perseguido os cristãos e bombardeado seus vilarejos e igrejas, incluindo sua própria cidade natal. Esse terrorismo fez com que milhares de cristãos iraquianos se mudassem para a região do Curdistão, onde foram bem recebidos e ajudados.

O ministro recomendou a proposta apresentada na constituição do Curdistão, que afirma que a comunidade cristã no Iraque deveria ter uma área administrativa independente nos lugares onde os cristãos são maioria.

“O progresso que o KRG teve em proteger e encorajar práticas religiosas livres e irrestritas foi bem recebido por todos aqueles que tive a oportunidade de conhecer”, disse o ministro Youkhana. “Temos razões para ficar orgulhosos, e estou determinado a deixar claro que o governo está reunindo todos os seus esforços para garantir que todas as religiões na região estejam a salvo e fortes. É meu desejo que tal tolerância se estenda a todo o Iraque.”

Qubad Talabani, representante do KRG nos Estados Unidos, classificou a visita do ministro como um importante lembrete da diversidade existente no Curdistão e seu comprometimento com os direitos humanos e a liberdade religiosa.

“As palavras firmes e claras do ministro Youkhana comprovam que o papel do KRG em proteger e apoiar o cristianismo no Iraque é crucial para melhorar nossa determinação em garantir a liberdade religiosa no Curdistão”, afirma Talabani.

:: Fonte: Portas Abertas





Joseph Hovsepian: “É animador que ocidentais orem pelo Irã”

2 07 2009

IRÃ - Filho de mártir diz que os cristãos que protestaram contra a reeleição de Mahmoud Ahmadinejad podem sofrer perseguição mais intensa. Ele acredita, no entanto, que os eventos recentes trouxeram união para a Igreja iraniana e que o regime no país não será mais o mesmo

Joseph Hovsepian é filho do falecido bispo Haik Hovsepian, que foi martirizado no Irã em 1994. Joseph e sua família vivem atualmente nos Estados Unidos.

Segundo relatos de amigos que vivem no Irã, Joseph disse que poucos cristãos foram às ruas protestar, embora compartilhem das exigências dos manifestantes que pedem a recontagem total dos votos e mais liberdade.

“Não podemos nos esquecer que o perigo para os cristãos que protestam no Irã é dobrado”, ele afirma. “Se o que vemos na mídia é a forma como o governo reprime os manifestantes muçulmanos, que gritam Allahu Akbar (Deus é maior), imagine como deve ser pior para aqueles que clamam pelo socorro de Jesus!”

“Sei que o regime planeja revidar de forma dura e intransigente, colocando pessoas na rua para silenciar os protestos. Prenderam muitos líderes dissidentes. As pessoas vivem com medo.”

“Entretanto, acredito que o regime não será mais o mesmo. Com esses protestos, certamente ele irá mudar. Espero, pessoalmente, que ele se oriente para criar um Irã mais livre e aberto.”

Joseph acrescenta que os eventos atuais serviram para unir a Igreja iraniana.

“Eles se reúnem e pedem a Deus para fazer o bem surgir dentre os eventos que o mundo tem acompanhado. Temos visto na História que, durante crises e pressões, as pessoas se unem e deixam de lado as diferenças de opinião. É isso que acontece com a Igreja no Irã. Eles veem nisso tudo uma oportunidade para compartilhar o evangelho com essa nova geração, cansada da ditadura e do islamismo forçado sobre o povo.”

Esperança e perdão em meio a lembranças dolorosas

“Definitivamente, existe um misto de ansiedade, esperança e tensão. A Igreja espera em Deus.”

Joseph salienta que tem sido “bem animador ver tantos cristãos no ocidente se lembrando do Irã em suas orações, preocupados com o que está acontecendo lá”.

“Minha família e eu temos passado por um período único, emocionante. Acordamos e vamos dormir cercados de notícias do Irã. Mas regularmente nos lembramos de que Deus está no controle. Era isso que meu pai sempre dizia quando nos preocupávamos com ele. Saber que Deus vê tudo e controla tudo me ajuda muito, em especial durante épocas de crise.”

O assassinato de Neda Agah-Soltan, 26, morta durante um protesto em Teerã, trouxe à memória a morte brutal do pai de Joseph. Ele foi esfaqueado 26 vezes. Ele era um líder evangélico iraniano.

“Na primeira vez que assisti ao vídeo de Neda, me lembrei da hora chocante em que vi o corpo ensanguentado do meu pai no necrotério. Eu tinha 19 anos de idade. Na segunda vez que vi a cena, estava com minha mãe e meus irmãos. Todos nós choramos. A primeira reação era de raiva e ódio. Mas, então, voltamos à estrada do perdão. Continuamos a orar, como muitos fizeram por nós na época do martírio do meu pai.”

:: Fonte: Portas Abertas





Ministro defende ajuda aos cristãos afetados por ataques em Orissa

1 07 2009

ÍNDIA - Durante uma reunião com o presidente nacional da Global Council of Indian Christians, Neiphiu Rio, ministro do estado de Nagaland, garantiu seu apoio às vítimas da perseguição religiosa.

De acordo com as notícias no site da GCIC, a reunião foi organizada para familiarizar os membros do parlamento recém-eleito com a situação atual dos cristãos na Índia, e todas as suas necessidades.

O ministro garantiu seu apoio incondicional na busca de justiça para as vítimas da perseguição. Eles estão inconformados com a falta de ação das autoridades no que se refere à ajuda às 50.000 vítimas da perseguição e às viúvas dos mártires na violência em Orissa no ano passado.

O ministro afirmou: “O povo de Nagaland é grato aos missionários cristãos que transformaram Nagaland, de uma comunidade violenta a uma das mais alfabetizadas da Índia”.

“A nossa comunidade deseja que o progresso que foi alcançado pelos missionários cristãos em Nagaland possa se estender por todo o país.”

:: Fonte: Portas Abertas





Ore pelos refugiados por causa dos conflitos em Mianmar

1 07 2009

MIANMAR - Os recentes ataques liderados pela junta militar birmanesa contra o grupo étnico Karen têm forçado milhares de refugiados a fugir pela fronteira da Tailândia, criando uma crise humanitária.

De acordo com a Christian Freedom International (CFI), desde o início de junho, o combate intenso e o fogo cruzado fizeram com que mais de 4.000 nativos Karen a fugir para sua própria segurança. Todos os dias, dezenas chegam à Tailândia.

Até agora, os refugiados escaparam de sete vilarejos ao longo do rio Moei em Mianmar, mas existem mais de 40 vilarejos ainda na área de conflito.

Ore para que esse conflito termine, e para que os refugiados, entre eles crianças de orfanatos cristãos, possam voltar para seus vilarejos em paz. Ore também para que a obra de Deus nessa região não diminua.

:: Fonte: Portas Abertas





Descontentamento, desespero e ilusão crescem no Irã

30 06 2009

Estudantes nas ruas de Shiraz

Estudantes nas ruas de Shiraz

IRÃ - Em 1989, o pai da Revolução Islâmica, o aiatolá Khomeini, morreu sem deixar um sucessor. O herdeiro da posição, por direito, seria o aiatolá Hossein Ali Montazeri. Entretanto, ele foi repelido em 1988 por protestar contra corrupção e abusos de direitos humanos.

As personagens daquela época são as mesmas que aparecem nas notícias de hoje: Khamenei, atual Líder Supremo, era o presidente; Mousavi, principal oponente do governo hoje, era o primeiro-ministro; e Rafsanjani, hoje líder da Assembleia dos Especialistas, era porta-voz do parlamento iraniano. Essa Assembleia tem o poder de escolher o Supremo Líder do país.

Na época, nenhum desses três sofreu o mesmo destino do aiatolá Montazeri porque nenhum deles protestou contra os massacres perpetrados pelo governo.

Para ocupar a posição de Líder Supremo, Rafsanjani convenceu a Assembleia dos Especialistas a eleger Khamenei, embora ele não fosse qualificado para assumir o cargo.

Quando Rafsanjani se tornou presidente, em 1987, ele e Khamenei começaram a ter dissensões. O governo de Rafsanjani era voltado à elite, defendendo o crescimento econômico. Já a política de Khamenei era voltada às massas. Assim, ele apoiava os clérigos, os pobres e a Guarda Revolucionária Islâmica.

Foi Khamenei e a Guarda Revolucionária que levaram Ahmadinejad ao poder em 2005, pois ele poderia servir aos seus interesses.

A crise atual traz à tona uma briga entre dois times. De um lado, estão Khamenei, Ahmadinejad e a Guarda Revolucionária; do outro, estão Rafsanjani e Mousavi. Os dois times são conservadores e todos os envolvidos são seguidores do islã. Nenhum deles é contra a Revolução.

O time de Ahmadinejad está comprometido em exportar a Revolução Islâmica, investindo seus petro-dólares na Guarda Revolucionária, em expedições para o Iraque, Gaza, o Líbano e além, a fim de impor a hegemonia na região.

Por outro lado, o time de Mousavi, embora seja islâmico da mesma forma, foca menos na guerra e mais em relações internacionais de qualidade, para que possa atender a questões e à economia interna.

Os jovens intelectuais, urbanos, que têm protestado nas ruas de Teerã estão embaraçados e frustrados com o atual regime e ávidos por mudanças.

Um analista descreveu Mousavi como um “balão” que foi “inflado” por quem está determinado a expressar sua fúria contra Ahmadinejad e o Supremo Líder aiatolá Khamenei.

Analistas independentes, de dentro e fora do país, creem que houve fraude nas eleições. Entretanto, isso não significa que Ahmadinejad não teria vencido o pleito, uma vez que ele é bastante popular e virtualmente adorado pelos pobres da zona rural, que apreciam sua generosidade.

Diz-se que Khamenei e a Guarda Revolucionária não quiseram só garantir a vitória de Ahmadinejad, mas de dar-lhe um mandato poderoso.

Khamenei e Ahmadinejad controlam as armas e têm o apoio da maioria dos membros da Assembleia dos Especialistas. Quando Rafsanjani dirigiu-se à Assembleia recentemente – talvez na tentativa de derrubar Khamenei – sua filha e outros quatro parentes foram presos.

O time de Khamenei mantém o poder por enquanto. Enquanto isso, crescem o descontentamento, o desespero e a desilusão.

Pedidos de oração:

• Iranianos que querem mais liberdade começarão a se perguntar o que deu errado. Ore para que eles encontrem em Jesus Cristo as respostas às suas indagações.

• Peça a Deus para proteger e livrar sua Igreja, pois é bem provável que a perseguição aumente caso o governo considere uma ameaça todos que pensam de forma diferente a ele.

• Que o Espírito Santo conceda ousadia sobrenatural aos cristãos iranianos, a fim de que testemunhem com coragem, convicção e autoridade.

:: Fonte: Portas Abertas





Médicos discutem sobre liberdade de orar em hospitais

30 06 2009

INGLATERRA - Os médicos da Inglaterra pedem para o Serviço Nacional de Saúde permita que os funcionários discutam questões espirituais com seus pacientes, e orem por eles.

Em uma conferência nessa semana, os médicos pedirão para que os funcionários não sejam disciplinados só porque lidam com o assunto de modo sensível.

Nick Triggle, repórter da BBC, diz que muitas pessoas tiveram problemas por tratar de assuntos espirituais com seus pacientes. Os ateístas dizem que está errado misturar religião e saúde.

Triggle afirma que o código de medicina sugere que a discussão religiosa também pode ser parte do tratamento – contanto que a vontade do paciente seja respeitada. No entanto, no início desse ano, o departamento de saúde alertou sobre casos de proselitismo, pois esse cuidado pode ser interpretado como uma tentativa de conversão, ou forma de assédio.

“Oferecer uma oração é algo gentil e bom. A maior parte dos pacientes aceitará. É tão ofensivo quanto oferecer um calmante. Você pode dizer ‘Obrigada, mas não quero.’ No entanto, se os médicos cristãos veem isso como uma oportunidade para impor sua fé aproveitando que as pessoas estão vulneráveis, então é inaceitável”, afirma uma enfermeira cristã.

:: Fonte: Portas Abertas





Família de pastor sequestrado foge por causa de ameaças

30 06 2009

Família do pastor William Reyes Piedrahita

Família do pastor William Reyes Piedrahita

COLÔMBIA - A esposa e os filhos do pastor William Reyes , sequestrado em setembro do ano passado e ainda desaparecido, mudaram-se para outra cidade por causa de ameaças feitas por estranhos, provavelmente ligados ao sequestro.

A agência de notícias Compass soube que Miranda Reyes, seus filhos William, 19, Luz Nelly, 17 e Estefania, 9, saíram de sua casa em Maicao, La Guajira, dois meses atrás, e se mudaram para um lugar desconhecido, ainda no país.

O pastor William Reyes desapareceu em 25 de setembro de 2008, no caminho de Maicao para Valledupar. Desde março de 2008, o pastor da Igreja Light and Truth Inter-American, e membro ativo do Conselho de pastores evangélicos em Maicao, vinha recebendo ameaças de extorsão de grupos ilegais armados, operando na península de La Guajira.

Desde então, os familiares não têm notícias do pastor, nem os sequestradores fizeram contato para pedir resgate.

No início deste ano, dois acontecimentos chamaram a atenção da esposa do pastor, alertando que ela e seus filhos corriam perigo. No dia 15 de janeiro, um homem não-identificado apareceu na igreja e procurou por Idia Miranda Reyes. Quando disseram que ela não estava lá, o homem pediu seu endereço e número de telefone, mas os membros da igreja não forneceram.

Antes de sair, o homem disse: “É mais do interesse dela entrar em contato comigo, do que meu, de encontrá-la”.

Seis dias depois, Luz Nelly Reyes foi abordada por um estranho na rua (a família acredita que era o mesmo homem), que disse a ela que, se quisesse ver seu pai novamente, deveria ir com ele. A garota recusou o convite. Quando ele tentou segurá-la pelo braço, Luz Nelly fugiu.

“Eu não denunciei isso para a polícia, porque estou com medo”, disse Miranda ao Compass logo após o incidente. “Eles poderiam fazer algo contra mim.”

Chorando, ela acrescentou: “Nós nunca imaginamos que isso aconteceria conosco. Eu gostaria que eles dissessem se estão com meu marido ou não.”

Idia Miranda Reyes esperou para deixar Maicao até Luz Nelly terminar o segundo grau; ela se formou em 28 de março. De acordo com fontes locais, a Igreja está ajudando a família com as necessidades básicas.

Miranda não é a única a temer. A Colômbia tem sofrido o maior número de sequestros das Américas, e a taxa de homicídios é 11 vezes maior que a dos Estados Unidos.

Devido à falta de leis, os colombianos normalmente sofrem agressões dos mesmos criminosos que assassinaram seus entes queridos. Crimes violentos são tão comuns no país que metade das ocorrências não são denunciadas para a polícia, e somente uma em cada nove é divulgada na mídia.

A família Reyes está entre outros “refugiados internos” que vivem como exilados em seu próprio país. A violência política e social fora do controle tem forçado vítimas inocentes – muitas delas viúvas e crianças – a abandonar suas casas e carreiras. Eles são obrigados a morar em cidades lotadas e isoladas para se proteger de possíveis ataques.

De acordo com estimativas, a Colômbia possui, atualmente, 3 milhões de refugiados internos, a segunda maior população de desalojados no mundo, perdendo apenas para o Sudão.

:: Fonte: Portas Abertas





Governo indiano quer anular leis anticonversão

30 06 2009

ÍNDIA - O governo recém-eleito da Índia, liderado pelo partido do congresso, está tomando fortes atitudes contra as leis anticonversão que restringem a liberdade religiosa no país. Eles planejam vetar os projetos de lei iniciados em diversos estados pelo Bharatiya Janata Party (BJP). Essa é uma ótima notícia para os cristãos na Índia.

As controversas leis anticonversão, ironicamente chamadas de atos de “Liberdade Religiosa”, estão ativas em cinco estados: Madhya Pradesh, Orissa, Chhattisgarh, Himachal Pradesh e Gujarat. Outros dois estados – Rajasthan e Arunachal Pradesh – aprovaram a lei, mas ainda não a colocaram em prática.

O impacto nesses estados varia de acordo com a posição do BJP em cada um deles. Em Rajasthan, a lei anticonversão foi aprovada, mas ainda não foi implementada. Com o consentimento do ministro Ashok Gehlot, o governo indiano planeja anular a lei nessa região.

Em Madhya Pradesh, eles planejam entrar em consenso com o BJP, que propôs emendas que tornariam a lei ainda mais restritiva. Digvijay Singh, ministro em Madhya Pradesh, concorda com as preocupações do governo federal de que a lei infringe a liberdade religiosa garantida pela constituição.

“Quando eu era ministro, durante dez anos não houve nenhum caso de conversão forçada”, diz.

Onde aplicadas, as leis têm punições severas para quem for declarado culpado de converter alguém ou de mudar sua religião sem comunicar o governo com 30 dias de antecedência. Dependendo do estado, isso pode significar dois anos na prisão, uma multa muito cara, ou mesmo os dois.

K.P. Yohannan, presidente da Gospel for Asia, ficou satisfeito com a notícia da nova posição do governo.

“É muito encorajador ver o governo defendendo a constituição e os valores de liberdade de escolha para o povo”, diz. “Continue a orar pelo estado de Karnataka, onde houve muitos ataques aos cristãos, e uma tentativa recente de implementação da lei anticonversão.”

:: Fonte: Portas Abertas





Fé na fronteira

29 06 2009

INTERNACIONAL - A crescente violência cancelou as tradicionais expedições missionárias de curto prazo ao longo da fronteira entre Estados Unidos e México. Juarez, três quilômetros ao sul de El Paso, Texas, é um destino muito popular para missões entre as igrejas americanas. Mas uma violenta guerra entre cartéis de droga tem modificado a cidade de um milhão e meio de habitantes. De acordo com o Departamento de Estado dos Estados Unidos , mais de 1.800 pessoas foram assassinadas em Juarez desde Janeiro de 2008.

Juarez, Tijuana, e Nogales têm passado por já famosos tiroteios.

A YouthWorks, uma organização missionária de âmbito nacional, anunciou que ela não fará viagens de verão ao México em 2009.

Através de um memorando, o diretor nacional Jason Atkinson disse que a decisão veio depois de uma discussão com moradores locais sobre o “princípio geral de ilegalidade”, nas comunidades mexicanas onde a comunidade serve.

“Ministérios parceiros receberam ameaças de extorsão”, disse Atkinson no memorando. “Nossa própria equipe foi vítima de assalto à mão armada e de roubo de carro”.

A Primeira Igreja Batista de Arlington, Texas, cancelou a Missão Juarez e a Missão Médica Acuna. “É a primeira vez em 30 anos que eles não enviam pessoas a Juarez”, disse o líder Peggy Kulesz.

“Nós criamos um grande vínculo com Juarez”, ele disse. “Nós os visitamos ano após ano, e vemos as crianças crescerem. Nós conhecemos aquelas famílias”.

A situação no México deixou os missionários procurando respostas.

“Quando você sente uma compreensão real do chamado, e depois as portas são fechadas”, disse Kulesz, “você quer saber o que você está incumbido de fazer, e saber o que Deus tem de reserva e como ele vai trabalhar nesses tempos de crise com os cristãos nessa área”.

Nem todas as viagens foram canceladas. A Life-Light, uma organização evangelística não-denominacional, não autorizou nenhum menor de 21 anos a viajar a Juarez em Março, mas ainda assim foi chamada a encorajar outros cristãos. O ministério encontrou uma Juarez diferente dos anos anteriores, disse Joseph Brewer, diretor de missões e projetos, com a presença da Polícia Federal Mexicana e de soldados, e com um constante medo entre os cidadãos.

“É um lugar muito perigoso, mas nós estamos sob a proteção do Senhor”, falou Brewer, “mas eu queria fazer com que os cristãos de Juarez soubessem que eles não estão abandonados pelo Senhor ou pelos seus missionários”.

Nos anos anteriores, a LifeLight encontrou regularmente outras equipes de missionários. Eles encontraram apenas uma equipe na expedição de Março desse ano, ele disse.

Essa equipe era da Casas por Cristo, um ministério não-denominacinal que compra casas no México. Brittany Girle, coordenadora de equipe, disse que a organização compra casas semanalmente. A equipe evita áreas perigosas de Juarez e não sai à noite, mas Girle diz que a Juarez que ela conhece é diferente daquela mostrada nos noticiários.

“Apesar da violência, Juarez ainda é uma grande cidade com pessoas vivendo suas vidas diárias”, Girle comentou.

As poucas equipes missionárias em 2009 provavelmente não terão um efeito negativo sobre as igrejas de Juarez.

Howard Culbertson, professor de missões e evangelismo mundial da Southwestern Nazarene University, diz que, às vezes, a “extrema superabundância de trabalhos à curto prazo… criou uma dependência deles e de seus fundos”.

“Eu até ouvi alguns casos em que igrejas de Juarez não estavam certas do que fazer com tantas equipes vindo ao seu encontro; eles tiveram paredes repintadas que tinham sido pintadas semanas antes por um grupo, e meses antes por outro grupo”, disse Culberston.

Robert Priest, diretor de estudos interculturais do programa de doutorado da Trinity Evangelical Divinity School, disse que enquanto as missões à curto prazo “tendem a ser um risco adverso”, as missões de longo tempo podem ter sucesso em lugares de risco como Juarez. Sob as circunstâncias corretas, esses grupos podem trazer ajuda, disse Priest, como a Igreja Presbiteriana fez com os cristãos da Colômbia, um país que experimentou a violência envolvendo cartéis de drogas.

Os habitantes locais se mantêm otimistas de que os cristãos vão ter sucesso apesar da violência.

Joe Borntreger, pastor da Igreja Jesus Cristo Es El Respuesta, em Juarez, diz que ao mesmo tempo em que vê um declínio de missionários estrangeiros desde o último ano, sua igreja recebe equipes de missionários toda semana nas férias de primavera. Ele também disse que a frequência da igreja aumentou na mesma proporção da violência.

“Nós temos mais pessoas procurando pelo Senhor”, disse Borntreger, “as pessoas estão mais abertas para receber o evangelho”.

Apesar da violência em algumas partes de Juarez. Borntreger diz estar corajoso. “Se nós formos tomados pelo medo, o que será? Nós precisamos estar firmes no Senhor”, ele disse. “Nós acreditamos que estamos na vontade de Deus, e nós não estamos apavorados. O lugar mais seguro para se estar é no centro da vontade de Deus”.

AUTOR: C. L. Lopez
Fonte: Cristianismo Hoje





Cristão é vítima de agressão e falsas acusações

28 06 2009

Cristãos Perseguidos BANGLADESH - No dia 27 de maio, um jovem cristão foi seriamente agredido por quatro homens hindus no distrito de Jhalokati, sul de Bangladesh.

Tapon Biswas, a vítima do ataque, pertence à única família cristã de sua vila, Aurabunia, que é 70% formada por hindus.

O incidente aconteceu enquanto Tapon dirigia-se à feira. Os quatro homens se aproximaram dele. “Por que você está contando mentiras sobre termos roubado sua rede de pesca?”, eles indagavam. Antes que Tapon pudesse responder, os homens agrediram-no.

Enfraquecido, Tapon tentou escapar, mas foi amarrado. Apenas quando ele desmaiou, os agressores deixaram de agredi-lo e fugiram.

Tapon foi levado por transeuntes ao hospital mais próximo, e teve de receber transfusão de sangue. Ele ainda sofre de complicações por causa do ataque.

Segundo uma fonte local, a agressão só pode ter motivação religiosa. Quando Felipe e Suniti foram à delegacia, três dias depois, para registrar o boletim de ocorrência, ficaram surpresos ao saber que outro boletim já havia sido feito, contra eles.

O superintendente de polícia, presente na delegacia no momento, estava ciente do caso de Tapon e das pessoas envolvidas, após fazer sua própria investigação do incidente. Ele prometeu agir de forma justa para com Tapon.

Em uma reunião da vila, dois fazendeiros e um professor testemunharam sobre a agressão contra Tapon. Todos os presentes à reunião falaram do caráter humilde e gentil da vítima.

Família isolada

A primeira pessoa da família de Tapon que se tornou cristã foi seu avô. Antes de se converter, ele era muçulmano.

Depois disso, o relacionamento entre a família e os hindus da vila deteriorou-se. Para os vizinhos, aquela família cristã, sendo desertora do hinduísmo, era inimiga.

Apesar disso, Tapon e seus pais – Felipe e Suniti – têm sido ativos em compartilhar sua fé, quando têm oportunidade.

Os pais choravam enquanto Tapon relatava sua história. Suniti queria que houvesse justiça para seu filho. Ela mesma, uns dias antes, escapara por pouco de um grupo de mulheres hindus que queriam agredi-la também. Sempre que vão à feira, Tapon e sua família são motivo de zombaria.

“Nossa situação é extremamente difícil. Muitas pessoas nos ameaçam e acusam falsamente. Nossos vizinhos não nos deixam ir buscar água na bica da vila”, conta Suniti.

Pedidos de oração:

• Tapon e sua família não têm condições de processar os agressores, que dizem estar ligados a um grupo terrorista da cidade. Peça ao Senhor para conceder a Tapon favor perante as pessoas que lidarão com o caso.

• Ore para que essa família permaneça firme no Senhor, e que Deus coloque na vida deles pessoas que sirvam como fonte de ânimo.

• Peça a provisão de Deus para a família. A casa foi atingida por um ciclone e precisa de reparos.

:: Fonte: Portas abertas





Pastores levam casos de intolerância religiosa a Calderón

28 06 2009

MÉXICO - Acompanhado de um grupo de pastores evangélicos, o bispo Moisés Valderrama, da Igreja Metodista, disse ao presidente da República, Felipe Calderón Hinojosa, na terça-feira, 23, que a intolerância religiosa está presente no México.

Em mensagem lida ao presidente, na residência oficial dos Pinheiros, na capital, Valderrama afirmou que casos de discriminação e intolerância religiosa como os verificados nos Estados de Chiapas, Guerrero, Oaxaca e Michoacán são frequentes.

“Muitos de nossos irmãos na fé sofrem perseguição em diversas partes do país e ao ver-se envolvidos em assuntos que de uma ou outra forma têm que ver com a lei, sempre saem perdendo, porque a aplicação da justiça não é a mesma para uns e outros”, denunciou

O bispo metodista frisou que o favoritismo da Igreja Católica, desde diferentes níveis do governo, está latente nos benefícios que recebe. “As hierarquias eclesiásticas e dirigentes espirituais não devem moldar as leis e a política, como atualmente sucede, pretendendo assumir uma liderança hegemônica sobre o resto das demais confissões existentes em México”, sustentou.

Valderrama propôs a criação de uma Promotoria Especializada para o atendimento deste tipo de delito e que a Subsecretaria de Assuntos Religiosos e Culto Público tenha uma atuação plural e inclusiva na defesa da liberdade religiosa em todos os setores da sociedade.

Calderón reafirmou a vocação laica do Estado como fiador da liberdade de culto, além de assegurar a imparcialidade das instituições públicas. No início do encontro, o presidente, a primeira dama e o grupo de religiosos entoaram o hino nacional, como um gesto de respeito ao Estado mexicano e a suas instituições.

:: Fonte: Portas Abertas





Advogado cristão é interrogado e torturado

27 06 2009

CHINA - O advogado de direitos humanos, Zheng Enchong, foi interrogado e torturado durante nove horas pelos oficiais do Escritório de Segurança Pública (PSB) por causa do seu trabalho defendendo os cidadãos chineses que tiveram suas terras confiscadas pelo governo. Durante sua detenção, ele foi agredido, despido e queimado com cigarros. Zheng Enchong escreveu um protesto oficial e planeja registrar uma queixa oficial para o governo.

De acordo com fontes da ChinaAid, Zheng Enchong foi intimado pelos policiais no dia 17 de junho. Durante o tempo em que o advogado ficou detido, os oficiais deram tapas em seu rosto e bateram em sua cabeça. A polícia jogou seus pertences no chão: dinheiro, chaves, canetas e uma Bíblia. Depois, ele foi revistado.

As autoridades fizeram um relatório oficial do interrogatório, mesmo sem terem interrogado Zheng Enchong, e mesmo assim, queriam que ele assinasse o documento. Ao invés disso, ele escreveu uma declaração falando sobre os maus tratos sofridos no Escritório.

Nos últimos meses, o advogado foi intimidado pelo menos 20 vezes, e sua casa foi revistada também. Ele já denunciou conspirações do governo, perseguições e diversas violações dos direitos humanos na China. Por esse motivo, já foi agredido muitas vezes, e agora, mal consegue andar.

“Um advogado cristão internacionalmente reconhecido, Zheng Enchong sempre defendeu os pobres e vulneráveis”, diz Bob Fu, presidente da ChinaAid e amigo do advogado. “A constante tortura contra tal defensor dos direitos dos cidadãos, demonstra a total indiferença das autoridades.”

:: Fonte: Portas Abertas





Somália decreta estado de emergência

27 06 2009

SOMÁLIA - No último sábado, 20 de junho, o gabinete governante da Somália declarou estado de emergência no país e pediu que potências ocidentais enviassem tropas a fim de ajudar o governo.

O pedido foi feito logo depois de um grupo terrorista ligado a al-Qaeda matar dois legisladores em apenas dois dias, intensificando a violência. Al-Shabaab, grupo autor dos atentados, é conhecido por sua ostensiva oposição ao governo.

Al-Shabaab não mostra sinais de que vai desistir, mas deixa claro que sua intenção é aumentar seu governo na Somália, política e espiritualmente.

Em uma amostra de seu poder espiritual, esses insurgentes sentenciaram quatro adolescentes à amputação dupla, na segunda-feira, em Mogadíscio (capital). Eles foram condenados por roubar celulares e outros pertences. Esse tipo de veredicto é raro, mesmo na Somália e, segundo ele, cada condenado tem de perder uma perna, e a mão do lado oposto. O juiz Abdul Haq, do tribunal da sharia (lei islâmica) não disse quando pretende executar a sentença.

Segundo uma notícia da Reuters, publicada nesta terça-feira, os adolescentes foram levados sob custódia, com seus destinos selados.

Se essa é a punição de um crime que pode ser considerado trivial, especialmente na caótica Somália, não há dúvidas quanto o rigor da sentença para quem abandonar o islamismo. Os cristãos secretos ainda enfrentam dias difíceis.

É difícil de entender como ainda existem pessoas em Mogadíscio. O modo como sobrevivem sob tais condições é incompreensível. E só de pensar que cristãos permanecem firmes nesse cenário, ficamos sem palavras. Se não fosse pela graça de Deus, certamente seria impossível.

Peça a Deus para lembrar seus filhos de que Ele é poderoso e fiel. Que esta seja a nossa oração pela Igreja da Somália nesses dias:

“Graças ao grande amor do SENHOR é que não somos consumidos, pois as suas misericórdias são inesgotáveis. Renovam-se cada manhã; grande é a sua fidelidade! Digo a mim mesmo: A minha porção é o SENHOR; portanto, nele porei a minha esperança. O SENHOR é bom para com aqueles cuja esperança está nele, para com aqueles que o buscam; é bom esperar tranquilo pela salvação do SENHOR” (Lm 3.22-26).

Com informações da Reuters

:: Fonte: Portas Abertas





Quatro cristãos são processados por construir igreja

25 06 2009

NIGÉRIA - “Aquele dia foi um grande momento para nós. Ninguém veio nos ajudar além da Portas Abertas. Vieram até aqui ouvir nossa história e orar por nós. Garantimos que nenhum tipo de pressão nos fará perder as esperanças. Estamos prontos a pagar o preço, mesmo que nos custe a vida. Nossa fé está mais forte hoje. A presença de vocês no tribunal falou muito ao nosso coração. Que o Senhor os abençoe nesse ministério.”

Essas foram as palavras de apreço de Danazumi Ado para um colaborar da Portas Abertas que compareceu ao julgamento de Danazumi em 29 de maio.

Danazumi é um dos quatro membros da Igreja Evangélica do Oeste da África, presos em fevereiro por construir um templo em Kiru. Embora sejam cristãos, os quatro foram julgados de acordo com a sharia, lei islâmica. Danazumi, Ummaru Ado, Aminu Barau e Talatu Bala, foram proibidos de prosseguir com a construção em favor da paz do Estado de Kano, governo pela sharia.

Julgamento rápido

Alguns meses depois de começarem a construção, hisba (polícia islâmico) foi ao local e perguntou quem havia dado permissão para a obra. Os quatro homens não responderam à pergunta e continuaram seu trabalho.

O hisba comunicou imediatamente o chefe do distrito. Enfurecido, o chefe foi pessoalmente inspecionar o local. Ao chegar, ele mandou parar a construção, a menos que os cristãos tivessem permissão das autoridades.

De repente, chegou ao local o comissário de polícia da divisão, outro muçulmano, assim que o chefe do distrito saiu. Ele exigiu que os cristãos desfizessem o que já havia construído e os obrigou a entrar em um veículo.

“Fomos forçados a entrar sem ter ideia de aonde nos levariam. Quando vimos, estávamos em um tribunal da sharia”, conta Ummaru.

Os tribunais da sharia devem ser usados apenas em casos envolvendo cidadãos muçulmanos. Como cristãos, os quatro homens não deveriam ser julgados nesse tribunal, a menos que pedissem. No entanto, ao chegarem lá, asseguraram aos quatro que, se concordassem em ser julgados pela sharia, o julgamento seria justo.

“Fomos enganados. Não nos deixaram falar. A audiência durou menos de 20 minutos e nenhum de nós pode falar em sua defesa. O tribunal decidiu que parássemos a construção da igreja em favor da paz e da unidade. Portanto, não poderíamos mais nos reunir. Também nos disseram que, se tivéssemos alguma reclamação, deveríamos fazer um apelo em uma instância superior da sharia dentro de 30 dias”, disse Aminu.

Por ignorância, a igreja deles fez o apelo no tribunal islâmico da capital do Estado. Depois de muitas sessões, o tribunal concordou, em 29 de maio, de ratificar o veredicto inicial. Os quatro homens puderam voltar pra casa, mas a construção da igreja teve de ser abandonada.

Isaque (nome fictício), colaborador da Portas Abertas, participou da última audiência, e depois passou um tempo com os quatro homens. Ele lhes explicou que estava lá para ouvir a história deles e orarem juntos. Isaque animou-os a permanecerem firmes e a considerar aquela difícil situação como algo que os fortalecerá na fé. Ele também lhes deu a certeza de que poderiam contar com as orações da família Portas Abertas em todo o mundo.

Os quatro irmãos falaram que apreciavam aquelas palavras de ânimo, que lhes deram ousadia e coragem para perseverar em meio ao sofrimento por sua fé.

Confronto final

No entanto, esse não foi o fim da provação. Assim que chegaram à vila de Kogo, o chefe do distrito disse aos homens que, se eles se tornassem muçulmanos, iriam ter o que precisassem. Prometeram construir uma mesquita e uma escola islâmica para seus filhos. Para o espanto do chefe, os cristãos recusaram a oferta.

“Pertencemos a Jesus Cristo, que dá a vida eterna. Não estamos sem salvação. Por que deveríamos nos comprometer e aceitar uma religião que não nos assegura a salvação? Somos de Jesus e nenhuma pressão irá nos demover disso”, disse Ummaru ao chefe.

A atmosfera em Kogo ainda é tensa. Os 50 membros da Igreja Evangélica do Oeste da África sabem bem que seus passos estão sendo vigiados. Qualquer sinal de desobediência pode resultar em mais violência.

Um advogado cristão assumiu recentemente o caso dos quatro homens. Ele está, no momento, fazendo um apelo diante do Supremo Tribunal da cidade de Kano.

A Portas Abertas está contribuindo financeiramente com eles, cobrindo os honorários do advogado. Mesmo que esses irmãos pareçam estar bem, a Portas Abertas pede que mandemos cartões, lembrando-os de que estamos orando por eles.

Pedidos de oração:

• Ore por Danazumi, Ummaru, Aminu, Talatu e suas famílias. Ore para que Deus use o testemunho deles para o crescimento do seu Reino. Que o Senhor também use os cristãos para demonstrar Seu amor incondicional por todas as pessoas.

• Peça a Deus para amolecer o coração das autoridades de Kogo para com os poucos cristãos da cidade. Também ore pedindo ousadia e coragem aos cristãos, para que permaneçam fiéis em meio à tensão. Que o Senhor lhes dê sabedoria para descobrirem uma forma de se reunirem para cultuá-lo.

Mande uma mensagem!

É extremamente importante que você siga as orientações abaixo. Qualquer correspondência que fugir às regras será descartada.

• Não mande cartas. Dê preferência a cartões coloridos com mensagens curtas, cartões-postais ou desenhos infantis.

• Se você quiser escrever alguma mensagem, compartilhe um ou dois versículo das Escrituras, incluindo a referência. Escreva apenas versículos em inglês. Não existe possibilidade de traduzir textos em português. Se for escrever à mão, escreva de forma legível.

• Se for enviar um cartão-postal, não coloque seu endereço. Seu nome e país são suficientes. Se você for encorajar seus filhos ou crianças de sua igreja a desenhar, tenha certeza de que os desenhos não fazem alusão à violência. Desenhos desse tipo não serão enviados.

• Se puder, envie selos, que serão mais interessantes do que apenas um envelope com o carimbo postal.

• Não mande dinheiro nem presentes.

Mande as cartas separadas por remetente:

Danazumi
Ummaru
Aminu
Talatu
A/C Missão Portas Abertas
Caixa Postal 12.655
CEP 04744-970 – São Paulo – SP

:: Fonte: Portas Abertas





Dois cristãos são presos por orar em público

25 06 2009

MIANMAR - O governo militar de Mianmar condenou dois apoiadores de Aung San Suu Kyi, líder da oposição ao regime ditatorial do país, a um ano e meio de prisão por “insulto à religião”, depois que eles oraram publicamente pela líder.

Chit Pe e Aung Soe Wei, integrantes do partido Liga Nacional pela Democracia (NLD, em inglês), foram condenadas semana passada, de acordo com o porta-voz do partido, Nyan Win. “Eles foram condenados, sob a acusação de insulto à religião. Não sabemos mais detalhes sobre a prisão.”

Eles foram presos em suas casas, depois que realizaram um culto de oração em Twante, no qual intercederam pela libertação de Aung San Suu Kyi. Os dois foram acusados por “profanação de templos e propriedades religiosas”.

Ma Lwin, esposa de Aung Soe Wei, disse que os dois foram levados para a prisão em Rangoon logo após o veredito, e foram proibidos de conversar com os familiares fora do tribunal. O advogado Kyi Toe disse que os pedidos feitos para as autoridades, para que ele pudesse ver seus clientes, foram negados.

“Eu fiz um pedido formal para o delegado Myint Kyaw e para o tribunal, mas os dois foram negados. Eu não pude conversar livremente com meu cliente desde o início do caso.”

A lei de insulto à religião é frequentemente utilizada pelo governo de Mianmar, e tem pena de até dois anos de prisão.

:: Fonte: Portas Abertas





Familia sofre discriminação por ter filha cristã

25 06 2009

BANGLADESH - Marginalizados por muçulmanos locais como resultado da conversão de sua filha ao cristianismo. Essa é a situação de uma família que acusa sua filha de tomar uma decisão “errada” e afirma que o sofrimento que estão enfrentando “não pode durar muito tempo”. Ativistas cristãos falam sobre um novo caso de violação dos direitos humanos e da liberdade religiosa.

Kazi Quamrunnessa Luna mudou para os Estados Unidos depois de se formar em Bangladesh. Ela é casada com Tazi Bhuiyan, muçulmano, com quem tentava, há mais de uma década, ter filhos. A pressão de sua família sobre o casal por Luna não conseguir engravidar, levou a mulher a iniciar uma jornada de fé. Depois de frequentar templos hindus e diversas igrejas, Luna conheceu o pastor James Roy – da igreja Luterana de Missouri – com quem ela conheceu a Cristo.

Este ano, ela decidiu se converter ao cristianismo e foi batizada em uma Igreja luterana bengalesa nos Estados Unidos. Seu marido voltou para Bangladesh e os membros da família ameaçam pedir o divórcio “se Luna não se converter ao islã novamente”. Kazi Zebunessa, a irmã mais nova de Luna afirma que “desde que a notícia se espalhou, a família tem sido excluída e ameaçada”.

“Meu irmão não pode nem ir à mesquita. Estamos cercados por uma atmosfera de desgraça, e se Luna voltar para Bangladesh, é provável que eles queiram julgá-la, e a vida dela estará em perigo”. A mãe conta que “não aguenta mais a pressão das pessoas” por causa de uma decisão que “foi tomada somente pela filha” e diz que há um sentimento de insegurança.

Annie Halder, ativista católica, fala sobre a violência crescente contra as mulheres, em especial contra “aquelas que se convertem ao cristianismo”. Nesse contexto, a ativista relembra o caso de Christina Gomez Goni, “morta por extremistas”, acusada de apostasia.

:: Fonte: Portas Abertas





Cristãos de vilarejo são presos sem explicações

25 06 2009

LAOS - A polícia no Laos prendeu 13 cristãos no dia 12 de junho de 2009.

Os cristãos estavam trabalhando em um vilarejo quando foram interrogados pela polícia. Os oficiais não deram nenhuma explicação pela prisão, ou pela detenção constante de cristãos na delegacia da região.

O governo laosiano aplica restrições pesadas para a maioria dos grupos religiosos, enquanto promovem o budismo e organizações budistas. Neste ano, o país ocupa a 8ª posição na Classificação de países por perseguição, sendo um dos lugares onde ser cristão envolve muitos riscos. As autoridades prenderam, assassinaram e negaram comida aos cristãos e famílias, para pressioná-los a negar a fé.

De acordo com a CIA, 67% da população laosiana é budista. Somente 1,5% é cristã.

Ore para que Deus proteja os cristãos no país e lhes dê ousadia para pregar o evangelho.

:: Fonte: Portas Abertas





Polícia ataca igreja e prende os pastores

23 06 2009

VIETNÃ - No dia 7 de junho, A polícia invadiu o culto de domingo da Igreja Batista Agape na província de Hung Yen e agrediu os membros presentes, incluindo mulheres, e prendeu um pastor e um ancião.

Fontes afirmam que a polícia colocou os líderes da Igreja em celas separadas, e cada homem foi agredido por cinco policiais. O pastor Duong Van Tuan disse que os oficiais os agrediram de uma maneira que não deixa marcas: golpes no estômago.

As agressões aconteceram com retaliação pela recusa do pastor Tuan de deixar a área como a polícia havia pedido ordenado. Ele e o ancião foram soltos na mesma tarde.

A congregação em Hung Yen, uma pequena província ao Sul de Hanoi, tem enfrentado ataques da polícia e de outros oficiais desde abril, tendo seus cultos interrompidos diversas vezes.

No incidente de 31 de maio, o pastor Tuan foi atacado enquanto pregava. O chefe de polícia o agarrou pelo pescoço enquanto outro policial rasgava sua Bíblia. Seus braços foram torcidos e ele foi “arrastado como um criminoso qualquer”.

O pastor foi levado para a delegacia, e agredido diversas vezes pelo caminho. Assim que chegou lá, a polícia tentou forçá-lo a assinar um documento, dizendo que ele resistiu às investigações e que aceitava o confisco de sua Bíblia [a mesma rasgada horas antes].

Depois disso, os oficiais ordenaram que ele “deixasse a comunidade imediatamente, pelo caminho mais fácil”.

Le thi Nhung, uma mulher de sua igreja que não conseguiu ajuda da polícia, preparou e enviou uma petição para as autoridades locais, da província e nacionais, uma semana antes do último ataque.

Os anciãos da Igreja também apresentaram um pedido para que pudessem se registrar, de acordo com as leis. No entanto, as autoridades não responderam seu pedido no tempo estipulado, de 30 dias. No 31º dia, eles enviaram um documento negando o registro.

:: Fonte: Portas Abertas





Refugiados por causa da perseguição somam 42 milhões de pessoas

23 06 2009

INTERNACIONAL - Relatório do Alto Comissionado das Nações Unidas (Acnur) indica que o número de pessoas desenraizadas por motivos de conflito e perseguição chegou a 42 milhões de pessoas no mundo, em 2008.

Do total de refugiados, 80% encontram-se em países em desenvolvimento. Muitas destas pessoas levam anos sem poder voltar a suas casas e sem uma solução à vista.

“Em 2009, já observamos numerosos novos deslocamentos, concretamente no Paquistão, em Sri Lanka e na Somália”, assinalou o representante do Alto Comisionado da ONU para os Refugiados, Antonio Guterres.

O panorama de 2009 também indica que continuam as migrações internas por conta de conflitos, como se verifica na Colômbia, no Iraque, na República Democrática do Congo e na Somália. “Cada um desses conflitos também gerou refugiados que fogem cruzando as fronteiras de seus países”, informou Guterres.

Estima-se que 2 milhões de refugiados e deslocados internos puderam regressar a seu lares em 2008, o que significa um número inferior ao do ano anterior. A repatriação de refugiados (604.000) reduziu-se em 17%, enquanto o retorno de deslocados internos (1,4 milhão) caiu em 34%.

Esta queda, a segunda menor em 15 anos, reflete a deterioração de condições de segurança, como acontece no Afeganistão e no Sudão. O relatório destaca que cerca de 11 milhões de pessoas voltaram a suas casas nos últimos 10 anos, a maioria com ajuda da Acnur.

Quando lemos as notícias, vemos que milhares de cristãos têm abandonado sua terra natal por causa da perseguição religiosa e dos conflitos, que afetam diretamente as minorias, entre as quais estão nossos irmãos. Separe hoje um tempo para orar pelos refugiados, para que a ordem em seus países seja restabelecida e para que eles possam voltar em paz para suas casas, e não desistam de seguir ao Senhor Jesus.

:: Fonte: Portas Abertas





Igrejas poderão ser forçadas a ter homossexuais como líderes de jovens

22 06 2009

INGLATERRA - As igrejas britânicas serão forçadas a aceitar homossexuais ou “transexuais” praticantes em posições de líderes de jovens e funções semelhantes, sob a lei de igualdade que está para vir, disse o governo. A Lei de Igualdade do governo trabalhista proibirá que as igrejas recusem empregar homossexuais ativos mesmo que a religião delas sustente que tal conduta é pecado, disse a vice-ministra Maria Eagle, do Ministério da Igualdade.

A lei entrará em vigor no próximo ano, e as igrejas temem que ela as force a agir contra suas convicções religiosas numa ampla extensão de áreas. Eagle indicou na conferência chamada “Fé, Homofobia, Transfobia & Direitos Humanos” em Londres, que a lei “cobrirá quase todos os que trabalham em igrejas”.

“As circunstâncias em que as instituições religiosas poderão praticar qualquer coisa sem plena igualdade são poucas e raras”, ela disse aos delegados. “Embora o Estado não intervirá em assuntos estritamente rituais e doutrinários dentro dos grupos religiosos, esses grupos não poderão afirmar que tudo o que administram está fora do alcance da lei anti-discriminaçã o. Os membros dos grupos religiosos têm o papel de discutir em seu próprio meio a questão de maior aceitação dos LGBT, mas no meio tempo o Estado tem o dever de proteger as pessoas de tratamento injusto”.

A lei permite isenção religiosa para papéis considerados importantes “para os propósitos de uma religião organizada”, mas restringe essa definição para aqueles que conduzem celebrações litúrgicas ou passam seu tempo ensinando doutrina.

O jornal Daily Telegraph citou Neil Addison, advogado católico e especialista em lei de discriminação religiosa. Ele disse que a lei deixará as igrejas sem forças para defenderem a estrutura de suas organizações. “Essa é uma ameaça à identidade religiosa. O que estamos perdendo é o direito de as organizações fazerem escolhas livres”, disse ele.

Os membros do Ministério da Igualdade incluem o lobista homossexual Ben Summerskill, diretor do Stonewall, principal grupo homossexual britânico. Summerskill reivindicou que as igrejas sejam forçadas a empregar homossexuais e que a polícia detenha cristãos que protestam pacificamente contra as leis homossexuais do lado de fora do Parlamento.

Tony Grew, ativista homossexual e ex-editor do site PinkNews.co. uk, escreveu recentemente que a Lei de Igualdade “estabelecerá de forma muito forte direitos homossexuais em todos os aspectos da vida pública”. Grew escreveu no PinkNews que a lei abrirá oportunidades sem precedentes para os homossexuais.

A lei, disse ele, cobrirá os ministérios principais do governo, as autoridades locais, as agências de educação, saúde e segurança policial e um grande número de outras agências públicas e particulares, inclusive igrejas e instituições administradas por igrejas. A lei imporá o “Dever da Igualdade” em todas as organizações que dão serviços públicos, disse ele, tais como casas de repouso que “terão de considerar as necessidades de casais do mesmo sexo”.

Traduzido por Julio Severo

:: Fonte: Portas Abertas





Cristã condenada injustamente deixa a prisão

21 06 2009

CHINA - No dia 4 de março, Shen Zhuke, uma cristã acusada de protestar contra a ordem de demolição da igreja Dangshawan, foi solta após passar dois anos e sete meses na prisão (Entenda o caso ).

No dia 29 de julho de 2006, o governo de Xiaoshan demoliu o templo da igreja Dangshanwan, afirmando que existiam violações de algumas das leis de construção. No entanto, a verdadeira razão para a demolição foi para impedir os membros da igreja não-registrada de se reunir. Depois da demolição, Shen Zhuke e mais sete cristãos foram presos e processados por construírem um templo de forma ilegal e forçar pessoas a resistir à implementação da lei.

Shen Zhuke foi condenada a três anos e seis meses de prisão.

A igreja ainda não recebeu permissão para reconstruir o templo. A agência ChinaAid pede para que o governo defenda a liberdade religiosa, e permita que a igreja reconstrua o templo e peça desculpas publicamente para compensar a prisão equivocada dos oito cristãos.

Shen Zhuke e sua família agradecem a todos aqueles que oraram por ela.

:: Fonte: Portas Abertas





Pastor que servia em área dominada por extremistas é preso

20 06 2009

ÍNDIA - Um pastor apoiado pela Gospel for Asia, Akash Rao, foi preso no dia 9 de junho, e ainda está sob custódia da polícia. Akash serve ao Senhor em uma área dominada por um grupo político extremista, e é uma das 10 pessoas presas por suspeitas de fazer parte de um grupo que trafica armas ilegalmente.

É comum que trabalhadores cristãos em áreas de tensão política sejam presos em meio ao conflito. Apesar dos grandes desafios, Akash serve ao Senhor em seu vilarejo nos últimos cinco anos. Mais de 20 pessoas que encontraram a paz de Cristo em meio ao conflito estão frequentando a igreja desse pastor.

Ore para que Akash seja inocentado e solto. Ore também para que os trabalhos evangelísticos nessa área não sejam afetados, e para que a família de Akash e os membros de sua Igreja permaneçam firmes durante este tempo difícil.

:: Fonte: Portas Abertas