A Bíblia e o Homossexual

“Mas Deus prova o seu próprio amor para conosco, pelo fato de ter Cristo morrido por nós, sendo nós ainda pecadores.” Não é possível entendermos a posição de Deus com relação ao homossexualismo, a não ser fazendo um estudo da Bíblia para ver o que ela tem a dizer sobre o pecado e o pecador. Sabemos que Jesus morreu para redimir pecadores — e esse termo se aplica a todas as pessoas da terra, cristãos ou não. E hoje Ele ainda vem ao nosso encontro, seja qual for nossa condição, e nos conclama a que deixemos os nossos pecados — seja qual for à natureza deles — e gozemos uma nova vida Nele. Quando sentimos claramente que “todos pecaram, e carecem da glória de Deus”, nos colocamos lado a lado, uns com os outros, homossexuais e heterossexuais, e reconhecemos, humildemente, que sem a graça salvadora de Deus em Jesus Cristo, estamos todos perdidos. Reconhecemos também que muitas das pessoas que se encontram dentro da comunhão cristã cometem o pecado de “homofobia”, isto é, sua aversão pelo homossexualismo é tão forte, que chegam a temer e odiar o homossexual. Aos olhos de Deus, essa falha é um pecado tão grave quanto qualquer outro. Deus deu o mandamento explícito de que temos de amar uns aos outros. Cremos que o homofóbico precisa arrepender-se tanto quanto o homossexual, e que o perdão e purificação que Deus oferece a um, oferece também ao outro.

Entendido isto, agora queremos afirmar que a Bíblia declara que as práticas homossexuais são pecaminosas e representam uma abominação para Deus. Mas, como acontece em outras práticas igualmente proibidas pelas Escrituras, existe uma distinção bem clara entre pecado e pecador. A condenação é feita ao pecado, enquanto ao pecador são oferecidos perdão e reconciliação. Entretanto, se quisermos receber os benefícios espirituais da obra redentora de Cristo, precisamos reconhecer nossos pecados e desejar com toda sinceridade a libertação. Como pecadores, não podemos nos apropriar do que Deus nos Oferece, a não ser que reconheçamos e confessemos nossa carência espiritual. Enquanto não reconhecermos nossa condição de treva espiritual, não poderemos reconhecer o valor da luz. E é justamente pelo fato de os homossexuais não aceitarem este princípio, que tem havido problemas para eles na igreja. Em vez de se arrependerem de seus pecados, muitos deles estão querendo que sua conduta seja tirada da categoria do pecado. E para apoiar essa petição, apresentam a teoria genética, segundo a qual, o indivíduo já nasce com características homossexuais, e, portanto, não têm liberdade na escolha de sua preferência sexual, assim como não o teve na escolha da cor dos olhos. Com base nessa idéia e no reconhecimento de que tudo que Deus faz é perfeito, insistem em que se pense que sua conduta é aceitável aos olhos Dele.

Contudo, não existem bases para esta tese, nem na Bíblia, nem na ciência. Os únicos modelos para conduta sexual encontrados na Bíblia são heterossexualismo ou o celibato. Jesus defendeu fortemente o casamento monógamo, de um homem com uma mulher, como sendo o único desígnio de Deus para a relação sexual humana. A outra única alternativa que Cristo e a Bíblia admitem é o celibato. A teoria genética apresentada pelos homossexuais também não encontra respaldo na ciência, assim como não o encontra na Bíblia. Muitos psiquiatras crêem como nós cremos que a conduta homossexual acha-se condicionada a certos fatores ambientais aliados à vontade do indivíduo. E como a Bíblia ensina que toda a criação se encontra num estado decaído entendemos perfeitamente que uma pessoa possa se ver envolvida num ambiente que contribui para causar desordem ou confusão em sua vida, sem que isso tenha sido escolha sua. Apesar de tudo, Deus ainda considera o cristão responsável por suas ações e pelas decisões que toma, ainda que tenha sido formado num ambiente inadequado ou pernicioso. Embora a Igreja deva olhar com grande compaixão os homossexuais, cuja criação os predisp6s para esse comportamento errado, cremos que ela deve apresentar-lhes, com toda a clareza, o apelo ao arrependimento. Qualquer atitude para com o homossexual que ficar aquém dessa verdade, será desonesta e descaridosa. É somente reconhecendo seu pecado, arrependendo-se dele e recebendo perdão e cura do Salvador, que qualquer indivíduo pode encontrar um verdadeiro relacionamento com Cristo, bem como seu lugar de direito no Corpo de Cristo. Jesus Cristo, o Senhor do céu e da terra, veio ao mundo para demonstrar o amor de Deus pelo pecador. Mas também expressou o juízo de Deus sobre o pecado e ordenou a Seus seguidores que tivessem uma vida santa. E esse juízo é um fato positivo, pois serve para fazer distinção entre o que pode prejudicar-nos e o que pode redimir-nos. Jesus anunciou a Boa-Nova, e depois conclamou os homens ao arrependimento, apelando-lhes para que se afastassem das trevas e se voltassem para a luz.

O Senhor entregou Sua vida na cruz não apenas para fazer a remissão dos nossos pecados, e conceder-nos o perdão, mas também para nos livrar do cativeiro o pecado. Depois de curar certo paralítico, Jesus lhe disse o seguinte: “Olha que já estás curado; não peques mais para que não te suceda cousa pior.” Jesus não veio para contradizer o ensino do Velho Testamento, mas para manifestar seu verdadeiro significado, fortalecer seu imperativo moral, e capacitar-nos a vivê-lo na prática. Ele considerava todas as Escrituras como a Palavra oficial de Deus, e naturalmente deve entristecer-se ao ver os cristãos modernos ignorando ou menosprezando o ensino escriturístico e que o homossexualismo é uma abominação para Deus. Em nossa opinião, existe uma clara diferença entre o pecador que insiste em permanecer no pecado, o que vem a Jesus pedindo perdão e cura, mas que depois se vê constantemente tentado, e cede à tentação. Sabemos que o poder de Cristo é ilimitado para libertar a pessoa do pecado, mas reconhecemos também que certos pecados são mais difíceis de serem superados. Neste aspecto, o comportamento homossexual acha-se no mesmo plano do vício de drogas, alcoolismo ou fumo, e de condutas compulsivas como o jogo e a glutonaria. Paulo teria tido muita compreensão e compaixão por pessoas que estivessem tentando libertar-se desses pecados, mas que fossem tentadas e fracassassem.

Portanto, insistimos em que se ofereça comunhão cristã, cuidados e aconselhamento constantes ao homossexual que começa a experimentar a cura de seu problema. E, lembrando sempre que “já nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus”, o corpo da Igreja deve refletir a ausência de condenação em seu trabalho com os homossexuais, e continuar a amar o pecador ao mesmo tempo em que despreza seu pecado. Contudo, achamos que uma pessoa que deseja perseverar numa prática proibida pelas Escrituras, seja ela o homossexualismo ou outra qualquer, não deve ser ordenada para o ministério cristão. Cremos ser contrário à vontade de Deus ordenarem-se indivíduos que se encontram, aberta ou secretamente, vivendo em pecado. Antes, cremos que o Senhor conclama a igreja a criar e incentivar ministérios de libertação que possam auxiliar tais pessoas a desenvolverem todo o seu potencial em Cristo. E a boa notícia agora é que já existem muitos desses ministérios em funcionamento nos diversos ramos da igreja. Os cristãos estão reencontrando os dons do Espírito Santo para libertação e cura, e estão aprendendo a usá-los tanto no ministério pessoal como no trabalho com grupos, a fim de libertar os homens do homossexualismo e de outros pecados. E as igrejas ou grupos de oração cuidam dessas pessoas com amor, e oferecem a elas a possibilidade de estabilidade, elas estão sendo sustentadas e nutridas espiritualmente, podendo abandonar sua vida de derrotas.

O homossexual pode ser curado. Logo que ele experimenta uma vida alegre, livre dos desejos homossexuais, ele sente vontade de abraçá-la plenamente. E encontra libertação do fardo de seus anseios pecaminosos, buscando, com verdadeiro arrependimento, Aquele a quem foi dada toda a autoridade. Jesus disse que veio ao mundo a fim de libertar-nos do cativeiro do pecado, proclamar liberdade aos cativos e libertar os oprimidos. Sempre que a igreja leva essas promessas a sério e começa a apropriar-se delas no poder do Espírito Santo, vidas começam a ser transformadas. Já presenciamos esses milagres, e, com alegria, damos testemunho disso.

:: Fonte: Livro “Cura para o Homossexual” – Editora Betânia

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Sobre Wellington Nascimento

Coordenador do Projeto AMIGOS

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