Nova proposta acadêmica: pornografia infantil terapêutica‏

Eles tinham títulos como “Cabaço” e “Abuso de Crianças” e traziam imagens não só deles, mas também de seus companheiros atacando meninas de até sete anos. De acordo com o pesquisador da Universidade do Havaí Milton Diamond, nós deveríamos tornar estes filmes disponíveis aos pedófilos em prol do “bem de todos.”

Outro dia a [revista esquerdista] Salon publicou um artigo* sobre um estudo “científico” que fazia a afirmação espantosa de que nós podemos reduzir os casos de estupros de crianças permitindo que os degenerados vejam pornografia infantil. Para seu crédito, Tracy Clark-Flory surpreendeu todos os defensores das crianças ao quase discordar desta pseudo-ciência pútrida:

O estudo certamente levanta algumas interessantes questões filosóficas sobre autorizar materiais condenáveis para prevenir crimes na vida real – mas tem falhas fundamentais. Dignas de nota: A pesquisa de Diamond encontra uma correlação entre pornografia infantil e abuso sexual, o que não é o mesmo que causalidade; e no caso tcheco, a pornografia em geral (incluindo a pornografia infantil) era legalizada, não apenas a infantil. Também é digno de nota que a queda observada é do abuso sexual infantil registrado.

Como eu disse, quase. Ela provavelmente perderia sua preciosa posição na Salon, se ela de fato apontasse que este estudo não é nada além de uma manipulação de dados ao modo de Kinsey, destinada a ajudar a causa dos pornógrafos infantis. Logo, a crítica morna dela é bem-venda e apreciada.

O que ela não apontou em sua crítica acanhada foi que a pornografia infantil é em si mesmo um crime de abuso sexual. As imagens e vídeos sobre os quais estamos falando são provas da exploração de crianças do tipo mais horrível e degradante. Muitas pessoas não compreendem o que de fato a pornografia infantil envolve e assim a vêem como o menor de dois males, em comparação com parte do sacrifício geral dos mais indefesos entre nós.

Isto me traz à face maliciosa acima. O jovem senhor sorridente da fotografia é um pornógrafo infantil chamado James Philips Edwards , sobre quem escrevi em um blog, há cerca de um ano. O homem de 60 anos foi pego se filmando enquanto drogava meninas de até quatro anos com refrigerantes e sorvetes com sedativos misturados. Aí ele as deixava nuas da cintura para baixo e estuprava com o dedo algumas ou simplemente filmava os genitais de outras. Em pelo menos um vídeo ele foi visto cuspindo no rosto de uma criança inconsciente.

E há pessoas afirmando que estes filmagens deveriam ser distribuídas aos pedófilos como uma ferramenta de terapia?

Uma dupla de pedófilos conhecidos por atuarem na comunidade de predadores sexuais da internet, chamados Jeff Brisson e Harold Spurling, foram morar juntos em uma casa no Connecticut, onde consta que eles começaram a ter um relacionamento um com o outro. Durante seu “romance”, eles foram pegos molestando um garoto de 14 anos. O garoto disse que a dupla mostrou a ele pornografia infantil envolvendo crianças de até cinco anos de idade, mas a polícia descobriu, estarrecida, que os dois tinham descido ainda mais. Um vizinho deixou eles tomarem conta de sua filha de três meses.

Brisson tinha se filmado estuprando a criança. A dupla, na verdade, tinha se filmado estuprando várias crianças.

É claro que, neste caso, o acesso à pornografia infantil não só não parou a dupla, mas eles a usaram como um instrumento em seus crimes. Mas o que é mais importante, o estudo produzido pela Universidade do Havaí sugere que, se tornássemos o estupro filmado do bebê disponível a outras pessoas, nós poderíamos reduzir as agressões às crianças, que é uma teoria que ignora convenientemente o quanto seria traumático para as vítimas descobrirem um dia que as filmagens de seus estupros estavam sendo distribuídas a tarados como acessórios de masturbação “terapêutica”.

Recentemente, um cidadão canadense chamado Kenneth Robert Klassen foi condenado a 11 de prisão, quando as autoridades canadenses descobriram que ele estava participando de “turismo sexual” em países de terceiro mundo, algo que recentemente virou crime no Canadá. Klassen viajava para lugares como o Camboja, onde ele subornava meninas novas com dinheiro e presentes em troca de sexo, que ele, é claro, sempre filmava. As crianças famintas tinham pouca escolha além de aceitar, já que muitas eram levadas a ele por proxenetas. As autoridades canadenses descobriram que ele tinha 65 DVDs contendo pornografia infantil e bestialidade. Eles tinham títulos como “Cabaço” e “Abuso de Crianças” e traziam imagens não só deles, mas também de seus companheiros atacando meninas de até sete anos.

De acordo com o pesquisador da Universidade do Havaí Milton Diamond, nós deveríamos tornar estes filmes disponíveis aos pedófilos em prol do “bem de todos.”

Mas onde exatamente, eu me pergunto, está a consideração pelas vítimas desta depravação? Ninguém sustenta que deveríamos tornar filmes de assassinatos reais disponíveis a assassinos em série para saciar sua sede se sangue, e na verdade, nós compreenderíamos que, em casos como estes, os assassinos seriam estimulados pelas imagens. Nós sabemos que ficar exibindo ininterruptamente imagens de 11 de setembro em Guantânamo não vai dar aos jihadistas a sua cota de jihadismo. Mas vamos acreditar que mostrar vídeos de agressões sexuais a agressores sexuais vai fazê-los atacarem menos as crianças?

Tracy Clark-Flory se pergunta, em seguida, se uma pornografia infantil virtual poderia ser usada como uma tentativa de diminuir a perversidade desta proposta pouco modesta. Mas há uma grande quantidade de filmes e sites pornográficos que trazem adultos com aparência (às vezes muito) jovem. Durante a última eleição para presidente, eu postei um artigo em um de meus sites cobrando a Esquerda por sua hipocrisia, quando ela lançou alguns ataques extremamente baixos contra uma atriz de filmes adultos que disse que votaria em McCain. Eu fui (talvez com razão) levado à esta tarefa por outros que chamaram atenção para a atriz em questão, que era especializada em fazer filmes em que ela representava garotas menores de idade, algo de que eu não sabia, não sendo um especialista em pornografia de internet. Embora eu mantenha minha crítica contra a Esquerda, naquele caso, meus olhos se abriram para o quanto a pornografia tinha se tornado imprópria e degradante, desde que eu folheei furtivamente um exemplar de Playboy, furtado da gaveta de meias de um parente mais velho.

Mas a pornografia de hoje não é degradante o bastante para saciar os pedófilos, de acordo com Milton Diamond.

Se a tese dele estivesse correta, então os pedófilos poderiam simplesmente assistir pornografia de estilo “barely legal” [quase ilegal] e nunca irem presos. Mas não é o caso. Apesar de uma ampla variedade de imagens repulsivas e legais e de filmes que circulam livremente na internet, os molestadores de crianças ainda buscam não só material ilegal, mas vítimas com as quais possam realizar as fantasias doentias retratadas na pornografia infantil.

Pouco antes de eu sentar para escrever isto, um amigo me mandou a um link para uma história sobre um criminoso sexual já condenado chamado Eugene Melendres Ramos. Em 2003 ele atacou uma menina de 7 anos e foi condenado por atentado com a intenção de cometer estupro, sodomia e coito oral. Solto recentemente, Ramos atacou uma menina de 2 anos em uma loja de departamentos, enquanto a tia e a avó da criança faziam compras com ela. Quando a criança se separou por instantes dos adultos:

A avó da menina entrou em um corredor e achou a menina “dominada pelo suspeito”, diz Musgrove. Ramos tinha tirado a calça e a fralda da menina e a estava molestando, disse o tenente.

Será que vamos acreditar mesmo que se Eugene Ramos tivesse acesso aos filmes sado-masoquistas de James Philips Edwards ele poderia ter vivido uma vida normal e sem crimes? Será que nos tornamos uma cultura tão estúpida que ainda temos dúvidas de que os tarados ainda estuprariam crianças depois de se masturbarem vendo as imagens de crianças sendo estupradas?

Todos os pornógrafos infantis que eu listei acima continuaram a molestar e atacar crianças, mesmo depois de criarem grandes quantidades de pornografia infantil à qual tinham acesso ilimitado. Mas eu aposto que estes casos nunca chegarão aos dados de um estudo conduzido por Milton Diamond.

Rob Taylor escreve no Greenville Dragnet.

Comentário dos tradutores (blog Dextra):

Agora que a homofilia já foi “normalizada” e é vista como natural pela sociedade como um todo, é inevitável que chegue a vez da pedofilia, também. Vão começar a surgir estudos “científicos” propondo uma reavaliação do problema, lançando “novas luzes” sobre o assunto. Vão começar a surgir pedófilos dizendo que já “nasceram assim” e que a descriminação da sociedade é uma monstruosidade contra eles. Vão aparecer ativistas sugerindo que a pedofilia deixe de ser um caso de polícia e seja encarada como uma questão médica, como foi feito com a homofilia e estão fazendo atualmente com as drogas.

Aos poucos vamos “mudar nossa percepção sobre o assunto” e abrir caminho para que a próxima geração tolere e a subseqüente aceite com naturalidade a coisa. Se isto acontecer, daqui a umas duas gerações, a pedofilia estará tão “normalizada” quanto a homofilia, hoje. A naturalização da pedofilia é a próxima fronteira da revolução sexual.

:: Fonte: Mídia sem Máscara / Projeto AMIGOS

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Sobre Wellington Nascimento

Coordenador do Projeto AMIGOS

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